festival de rock da ilha


ONDE ESTÁ MEU ROCK’N'ROLL Pt. 2
novembro 4, 2009, 4:07 pm
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Caveiras Buchudas.

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Sengo SP.

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Marthiria.

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ONDE ESTÁ MEU ROCK’N'ROLL pt.1
outubro 21, 2009, 4:39 pm
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Inauguro esta série como uma forma de registro da produção de bandas maranhenses, algo como pinturas rupestres numa caverna. Mas eu boto fé, eu boto fé. O título da série é inspirado na letra de “Será que eu vou virar bolor?”, de Arnaldo Baptista, baixista, pianista, compositor, cantor, suicida frustrado e ex-marido de Rita Lee, com quem fundou os Mutantes junto com seu irmão Sérgio Dias Baptista. Tem aquela história, você está onde seu coração está, e blablablá. Eu sei que meu rock’n'roll tá nessa ilha, tá nos meus amigos, nasce aqui e quanto mais pessoas ouvirem aqui e em todo lugar, melhor (eu quero é viajar em todos os sentidos). Meu rock’n'roll tá na verdade das bandas que trabalham e produzem, as bandas que eu saco e curto, a verdade que se sente quando tu vai num show e saca e curte a parada.
A cada post da série, três bandas.
Começo com a Cremador no Forcaos 2007 tocando Black Death, seguida da Chaparral com ensaio de Bomba Antiletárgica e Gallo Azhuu (ah, porra!), no Ação Distorcida de maio 09, a gente tocando Vermelho.
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Zombie Walk
agosto 26, 2009, 8:07 pm
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FLYER_ZWSLZ
Produção de Nilberto Borges, do Zine Amorfia.
Mais informações, você encontra com ele nas redes sociais de sempre.
Mas como os bons e velhos clássicos de zumbi, não precisa explicação.
Tardes de sábado são ótimas pra comer carne.

Zombie Walk é um movimento público, organizado por um grupo de pessoas que curte filmes de terror, cosplay macabro, bandas de metal e eventos underground… Basicamente, os integrantes se caracterizam de zumbis, e saem por uma rota pré-estabelecida, caminhando e urrando pelas ruas mais movimentadas da cidade… até chegarem ao local onde ocorre um show de rock para finalizar a caminhada…”
As bandas têm tudo a ver com o evento: Estrada Vudu, Mortos, Caveiras Buchudas, Soturnos, Retalhador! Caralho!
Acesse zineamorfia.webnode.com

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RESENHA
agosto 12, 2009, 7:54 pm
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REVIEW
UNDER FEST – 8 e 9 de agosto 2009
Catarina Mina e Bar do Nelson

Não é difícil escrever sobre um evento que minha banda tocou e do qual eu ajudei a organização (meu amigo Bavu) do jeito que eu pude. Não é difícil mas é meio foda pra minha esquizofrenia.
Lance de começar no horário já é lenda pros eventos daqui. Se começar no horário, o público vai estar lá e vai entrar pra ver as primeiras bandas? Ou não começa no horário porque as primeiras bandas não estão lá ou o som ainda não está no grau e por isso o público não entra? Qual é a do público daqui?

Primeiro parêntese
Eu não curto emocore e outros estilos e sonoridades. Não escuto isso em casa nem no caminho pro trabalho. Mas o fato de eu não curtir tal estilo e de muita gente achar mesmo uma merda não tem nada a ver com o fato de reconhecer que essas bandas toquem bem mesmo e desenvolvam um desempenho interessante e profissa no palco.
estnêrap oriemirP

O Under Fest não começou no horário devido a um fusível queimado num amplificador, o que atrasou a passagem de som para o fim da tarde.
Sábado destaque para a Torre de Papel (cujo guitarrista Tiago assumiu o baixo – a Torre agitou a galera e botou as gatchinhas pra dançar -  foi o show mais pra cima de sábado); Megazines (com guitarra/vocal novo – Mairon -  e guitarra novo e competente – Sandoval, 13 anos!), Megazines profissa e presença; Caveiras Buchudas e você!, mais um show de it’s only rock’n’roll but i like it, clássico (às vezes a gente deve relembrar como tudo começou, com uma garrafa de pinga numa encruzilhada maldita, com a vida errática dos descendentes de escravo e dos recém urbanizados fudidos, muito mais punk que muito punk hardcore de butique por aí), que viva Caveiras!; vi a Chaparral só um pouco, mesma energia e vibe de sempre, mas os meus cabelos. Dessa vez não vi a Innergore, mas acho difícil Higro, Rafael Harry, Allan e o novo baterista Nathan (que eu vi domingo com uma banda que não lembro o nome, bem rápido e técnico) acho difícil não mandarem bem; também não vi a Filhos Bastardos, mas tenho o som deles no computador (curto Cleptomania e o final com o áudio de uma CPI, mala de dinheiro, algo assim), fui levar minha banda pro Cohatrac e pro Maiobão.

Segundo parêntese
As bandas de fora que vinham pro Under Fest, a Antcorpus (Pará), Lucy In The Sky, A Falange, Singular e Astucia (todas do Piauí) não tocaram por motivos diversos alegados por seus membros, motivos como motorista doente, grana, essas coisas. Mais informações sobre isso, procurem Jorge Bavu no Orkut, MSN, fotologs ou pessoalmente.
Estnêrap odnugeS

Domingo foi na praia. Luciano Ricardo, guitarrista da Gallo Azhuu e líder da Torre de Papel, falou mais ou menos assim: “Tem gente que reclama demais. Quantas pessoas têm a chance de tocar na beira da praia? Cara, a gente vai tocar na praia, perto do mar! Nem toda banda pode fazer uma coisa dessas!”
Effect (melhor show da Effect em 2009), Fidop (competente e pesada) e Corpus SA (um coletivo, estrearam um DJ que deu um toque diferencial pro som da banda) mandaram bem. A Gallo Azhuu agradece o convite de Bavu e diz que se divertiu muito tocando no Under Fest.

Detalhe
Todas as bandas do Under Fest foram varada, e tocam primordialmente músicas próprias como a base de seus repertórios. Quem foi pro Under Fest se divertiu pagando um preço razoável sem precisar ouvir nenhuma “banda peladeira de fim de semana radiola de rock”.
Uma “cena” vai pra frente é primeiro com trabalho, respeito, trabalho e valorização das próprias bandas com seu trabalho, muito mais ainda se as bandas produzem, criam seu próprio som -  e não com briga, vadiagens inúteis (sim, porque existem vadiagens úteis) e caras de mau; segundo, a “cena” só vai dar um pequeno passo pra frente quando galera parar de hipocrisia e aceitar que banda x ou y tem sim um bom trabalho. E o que seria essa tal “cena”? Bandas de São Luís formando um conjunto heterogêneo com reconhecimento e destaque em festivais, sites, revistas, blogs, gravadoras, enfim, um destaque que ultrapasse a admiração apenas de grupos de amigos, que ultrapasse, além de um lugar, uma mentalidade e uma postura inferior. Muitas bandas de São Luís são merecedoras de reconhecimento porque trabalham sério e fazem um som melhor que muita bandinha de sucesso nacional por aí.
Por que a “cena” de Recife ficou “forte” a ponto de fazer com que qualquer merda regional tenha destaque nacional só pelo fato de ter aquele sotaque pernambucano irritante? Eu não quero nem saber. Não sei o que vai ser de porra nenhuma. Vou é trabalhar com a Gallo Azhuu, gravar, tocar, beber, essas coisas. Espero que as Caveiras Buchudas, Chaparral, Finada Eleonora, PK Trauma, Heavy Drinkers, Corpus, Esmagamento de Crânio, Effect, Innergore, Flagrum, Megazines, Cremador, Ave Lúcifer, Torre de Papel, Venyce, Sengo, todo mundo, espero que todo mundo trabalhe e faça a parada acontecer.
Acompanhe mais notícias na coluna de Rômel Santos no Metal Militia (novo espaço de divulgação e resenhas de bandas e eventos, muito bom), no Portal Underground e respectivos myspaces e fotologs das bandas.
E pra comemorar o Under Fest e as bandas de São Luís (até a próxima):

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UNDER FEST 4
agosto 3, 2009, 6:26 pm
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Dois dias de shows com bandas de São Luís, Belém e Teresina.

underfest



It’s only rock’n'roll #1
julho 15, 2009, 4:07 pm
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Essa sequência arrepia. Chora, peito!

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julho 15, 2009, 1:40 pm
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É HOJE!

No Circo da Cidade, na Praia Grande, 19 horas.

Do flog da Cremador, a informação:

“O tour manager, Silvio Rocha (Dominus Praelii), informou
na última sexta-feira (10 de julho), às 18h30, que houve problemas mecânicos
no tour-bus que transporta as bandas, o que motivou atraso
na chegada às cidades de Imperatriz e São Luís.”

OMEN-STRIKE-HEADHUNTER

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julho 6, 2009, 6:26 pm
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omen

13 de Julho Dia do Rock é segunda-feira, quando a cerveja no Jair é três pila, mas é domingo 12 de julho que vai rolar uma grande comemoração na Concha da Lagoa, com as bandas do cartaz acima e dos vídeos abaixo.

Burg, que traz essas bandas pra esse grande evento em São Luís, concedeu uma entrevista pra Romel Santos, colaborador do site Metal Militia, mais um ótimo espaço dedicado à divulgação de bandas do norte e nordeste. Segue reprodução da entrevista de Burg Gouveia, guitarrista da Cremador. Para mais material do Metal Militia, acesse:

metalmilitia

Provavelmente poucos conhecem Ehrenburg Gouveia, guitarrista, compositor, empresário e produtor de shows em São Luis/Ma. Porém, os que conhecem sabem de sua importância para a cena metal underground da cidade. Depois de sua passagem por várias bandas locais, no início de 2002, Burg uniu-se a Playmobil (vocal e baixo), Mauro de Melo (guitarra) e Come Bala (bateria) para fundar o CREMADOR. Interessados em fazer um som autoral, juntaram sua bagagem musical e apostaram num Death Metal/Splatter brutal, veloz e trabalhado. Deram seqüência realizando shows com bandas de todo o Brasil, tocando ao lado de nomes respeitados como Krisiun (SP), Rotting Christ (GRE) Funeratus (SP), Unearthly (RJ) Drowned (MG), Subtera (PR), Nervochaos (SP) Torture Squad (SP), dentre outras. Em 2006 lançaram sua primeira Demo “Disturbed By Fritz”, gravada sem muitos recursos técnicos e em 2007 lançaram o DVD “Disturbed By Forcaos”, gravado no Festival Forcaos, em Fortaleza/CE. No ano de 2008 lançaram a Demo “Kripton’s Fire”, que trouxe em seu track list músicas inéditas e regravações das quatro faixas da primeira demo com uma gravação superior. Com toda sua simpatia, Burg nos conta um pouco sobre a cena metal de São Luis, sua recente inaugurada loja de acessórios, realizações de shows e os próximos projetos do CREMADOR.
• Pra iniciar, nos conte um pouco sobre quem é você, quando despertou seu interesse por heavy metal e sua trajetória como músico.
Burg: Sou guitarrista da banda CREMADOR de death metal e produtor de shows undergrounds, comecei a curtir heavy metal a partir dos 10 anos de idade e estamos aí até a morte.

• Quais são as suas influências musicais? De onde vem sua inspiração na hora de compor?
Burg: Curto de tudo, jazz, blues, musica clássica, metal, musica em geral e tudo isso vem de alguma forma transformado em death metal quando começo a compor.

• Você teve passagem por várias bandas. Mas o que de fato o levou a fundar o CREMADOR?
Burg: Passei por varias bandas importantes de death metal de São Luis e finalmente cheguei aonde eu queria, tocar em uma banda onde o respeito e a amizade estão em primeiro lugar.

• Depois de quase 10 anos lançando demos e fazendo shows, como você analisa a trajetória e as conquistas da banda?
Burg: Conquistamos nesses anos divulgar bem o nosso trabalho e hoje somos conhecidos no Brasil todo e fizemos muitos amigos.

• Qual é a situação atual do CREMADOR? O que os outros integrantes estão fazendo nesta pausa de atividades?
Burg: Estamos remasterizando algumas demos antigas para lançarmos em um split com o selo Morte Pacifica e estamos começando a gravar as guitarras do nosso primeiro cd.

• Existem planos para o lançamento do primeiro álbum?
Burg: Estaremos lançando o primeiro cd no segundo semestre de 2010.

• Como está o processo de composição? A banda utilizará músicas anteriormente lançadas?
Burg: Estaremos lançando apenas músicas inéditas, e tem composições de todos da banda, as músicas estão bastante agressivas.

• O CREMADOR é uma banda tipicamente death metal. Porém, vocês pretendem expandir e variar de estilos nas novas composições?
Burg: Essas novas composições estão mais raivosas, bem death/grind.

• Quais são as ambições do CREMADOR? Até onde vocês almejam chegar com a banda?
Burg: Lançar alguns cd’s, fazer shows e cada vez mais divulgar o CREMADOR pelo mundo.

• Todos os integrantes do CREMADOR são da formação original. Há dificuldades em manter o foco de todos nos mesmos objetivos e trabalhando para o crescimento da banda?
Burg: Com certeza não é fácil, são quase 10 anos de banda e sempre tem a história de trabalho, família, mas a vontade de fazer death metal ainda é maior.

• Presenciamos um cenário onde as bandas underground estão cada vez mais investindo no profissionalismo, tanto na produção quanto na divulgação de seus trabalhos. O CREMADOR pretende seguir neste contexto?
Burg: Claro que sim, nesses anos todos trocando experiências com varias bandas, produtores, estúdios, a intenção é sempre fazer o melhor.

• Você é um dos maiores produtores de shows de São Luis/MA, sempre trazendo para cidade bandas de renome da cena underground. Quais as dificuldades que você encontra na organização e realização destes eventos?
Burg: Falta de casa de shows aqui em São Luis está um problema sério, mas mesmo com as dificuldades conseguimos realizar os eventos.

• Quais bandas você ainda irá trazer para São Luis/MA no ano de 2009?
Burg: Vai rolar agora o Omen (EUA) Strikemaster (Mex) e o Headhunter DC da Bahia. Tem também o Violator (DF) e Retaliatory (PA) pra Novembro e talvez o Onslaught (EUA).

• Além do CREMADOR e das produções de shows, você também é empresário. Inaugurou recentemente sua loja de cds, camisas e acessórios de heavy metal. Como você administra seu tempo para dar conta do trabalho? Há alguma prioridade?
Burg: Hoje eu sou só família e metal 24h.

• Agora, um assunto que sempre me intrigou. No início da década houve uma intensa movimentação no underground ludovicense, onde o Castelo do Rock era o ponto de encontro dos headbangers. Você poderia nos revelar o que ocorreu para que o Castelo não perdurasse?
Burg: Foram vários motivos, dentre eles, drogas, juizados de menores, Ministério Público, licenças, tráfico, prostituição, Policia Federal e outras coisas mais. Mas realmente o castelo marcou toda uma geração em São Luis.

• E atualmente, como você analisa a cena heavy metal local? Está havendo um renascimento, com novas bandas surgindo e maior freqüência de shows?
Burg: As bandas realmente estão atingindo um profissionalismo grande, tocando fora do Estado, contamos hoje com um Estúdio Sadat que realmente apóia o metal. Mas a falta de união entre os bangers ainda é muito grande, o radicalismo só tende a enfraquecer a cena de São Luis.

• O Programa Metal Militia foi criado com a intenção de fortificar nossa cena metal underground, dar chances de bandas pequenas e em inicio de carreira a serem conhecidas. Como você analisa essa divulgação para ajudar as bandas do norte/nordeste?
Burg: É de extrema importância essa ajuda do Programa Metal Militia, divulgando a cena do norte/nordeste, mostrando a todos que lutamos pelo metal sempre.

• Agradeço a sua atenção e desejo boa sorte com a banda, os shows que virão e sua loja. Pra finalizar, deixe um recado aos visitantes do Programa Metal Militia.
Burg: Eu que agradeço e peço para que sempre acreditem e apóiem as bandas de sua cidade, os headbangers são as pessoas mais importantes em qualquer cena, vocês fazem o metal acontecer (lutamos pelo metal).

Entrevista extraída de http://www.metalmilitia.com.br/romelsantos/artigos_romel.php?recordID=11

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junho 25, 2009, 12:46 pm
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Resolvi responder o post anterior sem fotos atuais ou clássicas (no caso dos músicos que já morreram) pra que eu pense muito mais seriamente sobre a passagem do tempo e o que nossas ações fazem da gente. Transformam. Deixam a gente uma pessoa melhor ou pior. Eu, por exemplo, tenho que parar de beber pra minha mulher não ficar mais chateada comigo e pra eu não ficar com cara de 60 tendo 30 anos.

Na ordem das fotos:

1 Prince, pode crer.

2 Janis Joplin

3 Jim Morrison

4 Bruce Springsteen

5 Iggy Pop

6 Neil Young

7 Marilyn Manson

8 Edward Van Halen

9 Flea

10 Billy Corgan

11 James Hetfield

12 Kirk Hammet

13 Michael Stipe

14 Axl Rose

15 Steven Tyler

16 Zack de La Rocha

17 Johnny Cash , deve ter sido o primeiro camisa preta.

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Por falar nisso, tem que respeitar os mais velhos mesmo. A vida dos bluesman e de um Johnny Cash e dos nordestinos que nos 60 e 70 venceram no sul maravilha e racista foi muito mais hardcore que a saga de revolta adolescente de qualquer “hardcore skater” ou de um generation X qualquer dessa bizarra vida pós-moderna.

E por falar nisso, os alemães não têm só nazismo, não. Eles têm umas das melhores bandas de todos os tempos.

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maio 29, 2009, 7:07 pm
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º

As fotos abaixo são de famosos integrantes de famosas bandas ou famosos artistas solo de rock’n’roll e vertentes. Alguns são fáceis de identificar, outros são impossíveis. Não vai rolar nenhuma promoção bacana como quem adivinhar todos ganha uma tatuagem ou uma camisa na nova loja de Burg ou um DVD da Chaparral, mas dá pra rir bastante e faz a gente pensar que nossa hora uma hora vai chegar. Dava pra fazer uma parada dessas com o pessoal das bandas daqui, ia ser divertido. E bizarro. Respostas (com fotos atualizadas) no próximo post.

O primeiro é foda. Quem te viu, quem te vê.

1

Esse rostinho bonito poderia ser a tua mãe. Mas, ah, o álcool…

2

Esse tá fácil…

3

Esse tá emo…

4

Esse é louco…

5

Esse é muito bom, até hoje…

6

Irmão sinistro do Messi, parceiro do monstro dos Goonies.

7

Beethoven?

8

Família Dó-Ré-Mi? Que diabo é isso?

9

Homem ou mulher?

10

Fácil. Mas ninguém diria que ele teria uma banda com o CDF de óculos.

11

12

Devia nem ter botado esse(a)…

13

Nem esse…

14

Why so serious?

15

Porque o mundo tem muitos problemas e a gente tem que reclamar pra resolver!

16

Respeitem os mais velhos!

17